Estrangeiros mortos

HOJE é dia de MORTA! Com convidados estrangeiros e tudo!

Sobre eles:

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O francês Albert Foolmoon é ilustrador e publica pelo seu próprio selo editorial Lézard Actif, bem como noutras editoras. Está envolvido em várias actividades em volta da auto-produção, entre as que topamos está o sítio em linha DIYzines.com dedicado à comunidade gráfica underground. Com o artista Ar-Déco, criou o atelier de serigrafia Sabordage em 2012, em Lille. Já visitou várias vezes Portugal, algumas em trabalho na Feira Laica e noutras como mero turista, mas ao contrário dos outros “franciús” que para aí andam e que não fazem nada, Foolmoon dedicou uma publicação à street-art (quando esta era genuína!) de Lisboa e Porto (ver resenha crítica aqui). Esse livro encontra-se na Bedeteca de Lisboa bem como o livro de desenhos Mugshots (2006).

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A Montra Graphics é uma loja itinerante de artes gráficas administrada pela dupla Luciana Bastos e Santiago Mourão, ambos brasileiros a residirem no Porto. Começaram pouco a pouco a representar alguns artistas do Brasil em Portugal, sendo actualmente o objectivo promover e fomentar o intercâmbio e o comércio de artes gráficas entre os dois países.

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The State é um projecto do Dubai que será apresentado por Ahmad Makia e que não estará nas bancas à venda. THE STATE is a publishing platform interested in south-south relations, postcolonial linguistics, the ‘printernet’, and visual cultures. We’ve produced six themed ‘book-objects’ to date, where a variety of writers, thinkers and artists respond to themes such as Speculative Geographies, The Social Olfactory, Concept of Dubai, and Syntax Freezone. Online, we’ve published essays and articles, commissioned guest, edited e-zines and mixtapes. Our public programming includes reading groups/rooms, independent publishing fairs in the UAE, and a series of talks hosted at our studio in Dubai covering topics such as the politics of publishing from the Middle East and the vocal tensions of a ‘mother-tongue’.  Apresentação às 15h no auditório da Biblioteca dos Olivais.

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E para acabar, Sabaproduktions é o nome de guerra de Saba, um italiano punk que reside em Lisboa e como qualquer estrangeiro que se preze tem feito coisas fora-do-baralho para esta capital morta como o festival O Ruído Terapêutiko da Klasse Operária que trouxe as performances inacreditáveis do DJ Balli. Além de estar no Doping faz graphzines que são contra o “design democrático” do IKEA. Punk’s not dead!

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Filed under acervo da bedeteca, acontecimentos, zines

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