Monthly Archives: Abril 2017

O.D. na praia

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Apesar do nome, o Opiarte mexe-se e até vai à Ericeira BD.

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Conserva

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Ao longo do último ano, uma vez por mês, um autor de banda desenhada desenhou ao vivo na Conserveira de Lisboa, no Mercado da Ribeira, uma banda desenhada em continuação que fechou, em Setúbal, no âmbito da Festa da Ilustração 2016. Nuno Saraiva, Susana Carvalhinhos, Lord Mantraste, João Maio Pinto, Pedro Brito, Pierre Pratt, Cristina Sampaio, Dileydi Florez, Pedro Lourenço, Alberto Faria e André Carrilho foram os autores que participaram neste ‘cadáver esquisito’, agora editado pela Arranha-céus, em parceria com a Conserveira de Lisboa.

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Mapa Borrado

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Em inglês soa melhor (?) Smudge Map é um zine de José Smith Vargas que recolhe (quase) toda a sua produção de tiras que realiza para o jornal anarquista Mapa. Impresso em risografia num formato vertical tal que dobradinho até parece mesmo um mapa. Um mapa de ironias sobre uma Lisboa gentrificada, o capitalismo, bófias, nacionalismos e ecologia, claro está…

Chegou um exemplar à Bedeteca de Lisboa para quem é preguiçoso em ler a tira na sua forma original – em português e no jornal…

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Ofende-me na Bedeteca

Lançado naquele dia tão Singular dos 21 anos da Bedeteca de Lisboa, o colectivo Dor de Cotovelo fizeram 50 exemplares para oferta de Ofende-me que supomos que foram todos à vida dado à enchente de gente nesse dia!

Felizmente encontram-se exemplares para empréstimo e consulta no acervo da Bedeteca, deste fanzine de BD com jovens autores de BD portugueses, alguns deles saídos da escola Ar.Co., como Gonçalo Duarte, Dileydi Florez, Guilherme Figueiredo (que assinava Gréc), Ana Braga, Tiago Martins, Ema Gaspar, Cecília Silveira e Pedro Brito – mas que não é esse pensam…

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Entrevista parasitária do Daniel Lima

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O ilustrador e autor de BD Daniel Lima foi o criativo entrevistado nas folhas volantes Parasitical Interviews do colectivo Desisto no âmbito do Singular – Uma Festa para os 21 anos da Bedeteca de Lisboa!!!

As “entrevistas parasitárias” são uma série de folhas em que um autor é entrevistado e mostra uma imagem exclusiva criada por si – no passado fizeram uma com a autora de BD Amanda Baeza. Estes panfletos são colocados em livros alheios pelo mundo fora, tendo sido no dia 22 de Abril colocados exemplares dentro dos livros da Bedeteca de Lisboa e da Biblioteca dos Olivais. Resta saber se colocaram também na livraria do Shopping dos Olivais ou em que outras lojas por aí… A busca por esta bela folha impressa em risografia já começou!

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B Fachada e a Violência Electro-doméstica na Festa da Bedeteca de Lisboa

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A Bedeteca de Lisboa tem os quatro primeiros volumes (de sete) de Violência Electro-Doméstica (imagem) de Pato Bravo (a) e Xavier Almeida (d) sendo que no Singular – Uma Festa para os 21 anos da Bedeteca de Lisboa sairá o último volume bem como a compilação da série.

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O Pato Bravo é na realidade um pseudónimo de B Fachada (foto) que entretanto irá estrear-se no Singular como DJ, enquanto organiza todas as patominices para Sábado, talvez a sua actuação vai ser em jeito de happening que funcionará como lançamento encerramento da Violência-Electrodoméstica. O texto é o do fim da BD. F-I-E-S-T-A!

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Sallim no Singular – Uma Festa para os 21 Anos da Bedeteca de Lisboa

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Sallim toca no HOJE, às 16h na Bedeteca de Lisboa / Biblioteca dos Olivais, cortesia da Feira Morta para o Singular – Uma Festa para os 21 Anos da Bedeteca de Lisboa.

Nascida em Lisboa, Sallim vive entre a Cruz Quebrada e a Faculdade de Letras, onde estuda, e as suas músicas evocam essas travessias de comboio à beira-rio. Com a voz límpida e vigorosa, partilha a sua procura constante de um lugar certo no mundo, entre letras tenras de vivências e angústias suas. Da atenção da artista aos pormenores nascem as composições com várias vozes da própria, de harmonias e ecos num espaço tridimensional. As imagens sonoras desembrulham paisagens lunáticas da intimidade da artista. 

Isula – o seu primeiro longa-duração, editado pela família-editora Cafetra – é uma obra una e circular de canções cuidadas das quais se fica cúmplice num ápice. A voz é acompanhada pela guitarra eléctrica e por sons de objectos quotidianos, aos quais se juntam os arranjos de guitarra do músico e amigo Yan-Gant Y-Tan. Isula é um disco que reúne cores torradas pelo sol num final de tarde à deriva pela cidade de Lisboa. E quando o sol se põe é também a vida em voo nocturno e a memória de um lugar na lua às tantas da madrugada onde Sallim olha para dentro de si própria.
Acesso gratuito

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