FINALMENTE

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Chegou à Bedeteca de Lisboa um dos livros de Lynd Ward (1905-85), autor fundamental na História da BD mundial e claro por ser politizado, ter feito livros (invés de “comics”), as BDs serem mudas (sem palavras) e pior ter feito Arte, é um nome ignorado por aqueles que dizem gostar de BD.

Wild Pilgrimage (o exemplar é uma reedição fatela da Dover) foi originalmente publicado em 1932, e relata a viagem de um jovem homem que assiste as misérias do mundo moderno (fábricas, prostituição, racismo, repressão policial), sendo as imagens ora a preto e branco a representar a realidade, ora a laranja para representar os delírios e sonhos do personagem.

Ward e muitos outros nos anos 20 e 30 produziram “os tão contemporâneos” Romances Gráficos, geralmente feitos em gravura e sem palavras, tradição recuperada mais tarde por Eric Drooker, por exemplo. Já agora uma lista de livros, para além dos já referidos, presentes na Bedeteca neste registo de “romance gráfico sem palavras”: Mulher 100 Cabeças de Ernst, “Ele foi mau para ela” de Milt Gross, “Flor” de Park Kun-Woong, os livros do “Samuel” de Tommi Musturi e ainda não catalogado e pirateado  Scottsboro, Alabama: A Story in Linoleum Cuts, de Lin Shi Khan e Tony Perez.

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Filed under acervo da bedeteca, bd estrangeira

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