1001 Banda Desenhadas que tens de ler antes de morrer (Década de 30)

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A Bedeteca de Lisboa vai fazer de quinze em quinze dias um novo destaque bibliográfico até ao final do ano baseado em 1001 Comics You Must Read Before You Die. Dizem: (…) Coordenado pelo investigador inglês Paul Gravett – que visitou a Bedeteca de Lisboa em 1998 – trata-se de uma listagem que identifica as melhores Bandas Desenhadas do mundo, dividindo-as ao longo das décadas. Um trabalho hercúleo que obteve a ajuda de vários especialistas espalhados pelo mundo, incluindo dois portugueses, Domingos Isabelinho Pedro Moura.

Este exercício de mostrar as 1001 obras sugeridas por este guia, revela as fragilidades e as forças do acervo da Bedeteca de Lisboa, sendo impossível mostrá-las todas porque algumas estão esgotadas há décadas, ou porque não existe edição portuguesa ou em línguas mais acessíveis para o nosso público. Ou porque pura e simplesmente não as temos…

Estamos nos anos 30, uma década em que explode a quantidade de ofertas e formatos. O género de acção / aventura com desenhos realistas / naturalistas impõe-se, aparecem os primeiros “comic-books”[i] nos E.U.A. e as primeiras BDs no Japão.

Destaques para as seguintes edições no nosso acervo:

Ele foi mau para ela (1930) de Milt Gross (1895-1953) que faz uma paródia aos romances gráficos de Franz Masareel ou Lynd Ward, a edição é da Libri Impressi;

The Four Immigrants Manga : A Japanese Experience in San Francisco, 1904-1924 (1931) de Henry Kiyama (1885-1951), outra autobiografia antes do tempo;

Uma Semana de Bondade (1934) de Max Ernst (1891-1976), importante artista surrealista que fez romances gráficos a partir de colagens, a edição é da &etc.

[i] Revistas em quiosques que reproduziam algumas tiras cómicas a preço baixo, mais tarde, com o sucesso dos super-heróis tornou-se numa indústria gigantesca que ainda hoje domina grande parte do mercado norte-americano, e a percepção do que é a BD nos EUA.

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Filed under acervo da bedeteca, bd estrangeira, referência

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