Angola Janga

angola_jangaInaugurada na Tinta nos Nervos uma exposição dos originais do livro Angola Janga de Marcelo D’Salete lançado no ano passado pela Polvo na sua dúbia colecção de Romance Gráfico Brasileiro, eis que esta Sexta-Feira, às 18h30, há uma palestra do autor com o título de Quadro e desenquadro e no Sábado, às 15h há uma sessão de autógrafos.

A exposição estará patente até dia 4 de Janeiro de 2020.

Sinopse: Angola Janga, “pequena Angola” ou, como dizem os livros de história, Palmares. Por mais de cem anos, foi como um reino africano dentro da América do Sul. E, apesar do nome, não era tão pequeno como isso: Macaco, a capital, tinha uma população equivalente à das maiores cidades brasileiras da época. Formada no fim do século XVI, em Pernambuco, a partir dos mocambos criados por fugitivos da escravidão, Angola Janga cresceu, organizou-se e resistiu aos ataques dos militares holandeses e das forças coloniais portuguesas. Tornou-se o grande alvo do ódio dos colonizadores e um símbolo de liberdade para os escravizados. O seu maior líder, Zumbi, tornou-se uma lenda e inspirou a criação do Dia da Consciência Negra. Com 432 páginas é, provavelmente, o maior romance em banda desenhada já publicado por um brasileiro. 

Ignorando a publicidade à Guinness é de ler a crítica de Pedro Moura na Buala à edição original / brasileira. Obra seleccionada pela Bedeteca Ideal.

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