Férias com Filhos e Cavaleiros

Jodorowsky velho pilantra, temos de te aturar em Portugal que não é coisa pouca. Felizmente estamos a apanhar sol sem bifes bêbados à nossa volta e até conseguimos ler as tretas esotéricas que adoras despejar nos teus álbuns franco-belgas.

Sobre os Cavaleiros de Heliopólis: O destino de Luís XVII, que pereceu aos 10 anos nas masmorras da prisão do Templo, é, na mesma medida que o Homem da Máscara de Ferro, um dos maiores mitos da História de França. Um destino romanesco que o Jodorowski reescreve com brilho numa grandiosa fábula iniciática e esotérica. O traço virtuoso de Jérémy dá a Os Cavaleiros de Heliópolis a força de um fresco épico, em que se misturam os segredos da alquimia e os arcanos da História. E sobre Os Filhos de El Topo: A continuação de um filme de culto em banda desenhada! No árido Oeste, El Topo foi um bandido que, ao abrir as portas do seu coração, se tornou um santo, chegando a realizar grandes milagres. Teve dois filhos, de duas mulheres diferentes. Figura funesta de couro negro a deambular pelo deserto, Caim, o maldito, jurou matar o pai, a quem nunca perdoou. Incapaz de levar a cabo a sua vingança, decide então voltar a atenção para o seu meio-irmão Abel. E neste oeste selvagem, tingido de misticismo, aqueles que cruzarão o seu caminho serão as vítimas colaterais… Foi no início dos anos 1970, à meia-noite em ponto, durante um festival de cinema, que o casal de vedetas, John Lennon e Yoko Ono, projecta El Topo (…) Imediatamente celebrado pela crítica e pelas maiores estrelas de rock da época, o filme dá origem à corrente Midnight Movies e gera um verdadeiro culto entre os cinéfilos do mundo inteiro. Ainda hoje ele não perdeu nada da sua grandeza e do seu estatuto de obra mítica. Quase meio século depois, Jodorowski decide contar a continuação… em BD. Graças ao traço virtuoso de José Ladrönn, dá-nos um western alegórico e surrealista, onde, (…) o género está ao serviço de considerações filosóficas e espirituais mais profundas. Cóf cóf cóf… Jodo, prometes que esta BD tem o formato de três tiras por página para dar a ilusão de Cinema mas é um acto falhado, se tivesses mesmo para te chateares, batias o pé para se fazer noutro formato! Adoras dar tangas, né?

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Filed under acervo da bedeteca, bd estrangeira, silly season

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