Monthly Archives: Março 2021

Vejo Monstros Em Todo O Lado (III)

Mais monstros urbanos, desta vez uma obra de 1992, The Acid Bath Case de Stephen Walsh (a) e Kellie Strom (d). Uma javardice em que ressaltam os desenhos pujantes de Strom. Porque só apareceu agora na Bedeteca de Lisboa? Ninguém sabe explicar, claro…

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Vejo Monstros Em Todo O Lado (II)

Antes não havia nada do espanhol Marti na Bedeteca de Lisboa, a não ser um catálogo mitra e algumas BDs em antologias. De repente eis que aparecem dois livros dele: Monstruos Modernos e Taxista. O primeiro é uma colectânea de BDs curtas revelando Marti um autor que explora a violência urbana de forma brutal e explícita – podendo ser comparado com Miguel Angel Martin, embora este último seja mais frio e cirúrgico. O segundo volume é um “mash-up” de Dick Tracy e Taxi Driver, nem mais nem menos…

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Vejo Monstros Em Todo O Lado

Chegaram à Bedeteca de Lisboa os primeiros volumes de: Frankenstein de Dick Briefer (1915-80) com BDs de 1945 a 1947, longe do terror o autor explora o humor e sobretudo alguma crítica à sociedade norte-americana da altura – sobre esta série ler este artigo; e, “A Vida e BD de Basil Wolverton“, de 1909 a 1941 com o título Creeping Death From Neptune, um livro de referência sobre este importante autor que influenciou a geração do “underground comix”, só é pena que este volume ainda só apanhe as BDs de ficção científica…

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Efeito Disney

Sobre tráfico de papagaios no The Nib!

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Made in Taiwan

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Talvez pela visita da Slowork à El Pep em 2016, que foram parar à Bedeteca de Lisboa três livros desta editora de BD da Formosa. São eles:

– Factory de Yang Yu-Chi (por catalogar) conta a história laboral da sua mãe e que é a história laboral do “milagre” económico da Formosa, um dos “quatro tigres asiáticos”. As pessoas são metamorfoseadas de pinguins (o texto final explica o porquê desta escolha antropomórfica) nesta BD e são mostrados os sacrifícios de uma geração de trabalhadores que deram toda a sua vida no trabalho das fábricas (neste caso para uma fábrica de brinquedos para o Ocidente) e que tudo perdem quando estas mudam-se para outros países com mão-de-obra mais barata ou quando mudam o seu modelo de produção – por exemplo, quando a Formosa optou em investir em produção de tecnologia de ponta, um fabrico que exige outro tipo de mão-de-obra mais especializada…

Fronline Z.A. (imagem), uma antologia com pinta de panfleto sobre movimentos sociais na Formosa. As BDs querem oferecer uma faceta humana para estes movimentos geralmente conotados como subversivos ou “do contra” (…) pelos meios de informação. Acaba por matar dois coelhos de uma cajadada só porque cumpre o seu objectivo e ainda denuncia mais podres do Capitalismo Global e os governos corruptos – como a RCA que matou milhares de pessoas através da poluição que as suas fábricas produziram.

Halo-Halo Manila de Jimmeh Aitch, um autor filipino que (…) tenta mostrar um país, que assim à distância, parece ser um caos demográfico, político, ecológico e tudo mais. São várias BDs que vivem mais das boas intenções do autor do que o talento e técnica. Não deixa de ter bons momentos, claro, quando desmonta o que é o nacionalismo ou pelo facto dos bófias serem representados por porcos – é incrível como o polícia é um animal universal!

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O Menino Quadradinho

O Menino Quadradinho_1000

Chegou passado seis anos do seu lançamento pela Booksmile (o link já nem funciona! LOL) à Bedeteca de Lisboa O Menino Quadradinho do autor brasileiro Ziraldo

O livro conta a história de um rapaz que se apaixona pelas histórias aos quadradinhos e é totalmente absorvido pelas suas cores, mistérios, personagens e heróis. Saltando para dentro da história e de quadradinho em quadradinho, o rapaz vive feliz até que um dia descobre o valor e o mistério da palavra, algo que lhe vai abrir portas para outros mundos. A descoberta e o conhecimento dessa ferramenta, a palavra, levam o menino a crescer, a mudar de etapa de crescimento, despertando-o para outros prazeres e experiências fantásticas que a vida lhe preparou.

Esta obra, que é sugerida para leitores a partir dos sete anos, é uma narrativa que revela metaforicamente a passagem da infância para a adolescência, está incluída nos planos nacionais de leitura de vários países sul-americanos (…) 

Ziraldo nasceu no Brasil, no estado de Minas Gerais, em 1932. Começou a sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas nacionais como o Jornal do Brasil. Autor de livros infantis, ilustrador e cartoonista, tem as suas obras traduzidas para diversos idiomas, entre eles o inglês, espanhol, alemão, francês e italiano. Ziraldo é hoje um ícone da literatura infantil brasileira e O Menino Quadradinho uma referência em toda a América Latina, sendo uma obra incontornável quando se fala na promoção e incentivo à leitura.

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World Press Cartoon 2020

Chegou à Bedeteca de Lisboa o catálogo da edição do ano passado do World Press Cartoon, certame que reúne os melhores cartoons publicados em jornais e revistas de todo o mundo com concurso aberto até ao fim deste mês.

Na Bedeteca encontram-se quase todos os catálogos das edições anteriores.

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