Category Archives: acontecimentos

Filipessage

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Hoje, fim da exposição do Mucomorphia de Filipe Felizardo no Bar Irreal com uma divinação com Daniela Rodrigues.

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Estrela Decadente talvez até Julho!

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A única coisa realmente importante dessa capital prostituída chamada Lisboa vai acabar! As noites da Estrela Decadente, agora num segundo ciclo de programação intitulada de Assalto ao Banco, no espaço O Banco, tem os dias contados até ao final do mês de Julho!

Todas as Quintas-Feiras lançam um fanzine (já vai no número 52!) com a BD mais ousada em Portugal. Descomprometida, boémia e avacalhada sem deixar de ser artsy-fartsy (coisa que os seus colaboradores não poderão negar por mais que queiram) será um caso único de energia criativa vindo de autores como o Gonçalo Duarte, Sar (organizador da Feira Morta), Simão Simões e Xavier Almeida, que criaram este projecto no verdadeiro espírito do ideal colectivo.  Para além disso há performances, concertos e DJing com o mítico Xico da Ladra.

Infelizmente acabou há duas semanas a exposição mutante “Bienal de Arte Burra”, que inclui originais de BD degenerada. Sente-se que se está a chegar perto do fim. Lisboa pode arder toda desde que se safe este sítio!

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Loba oba!

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Nova oficina de serigrafia! A Loba! Sabemos que o Gonçalo Duarte está lá metido, boa! Boa loba! Oba!

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Máquinas

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No Sábado, às 16h, é lançado na loja da Kingpin Books o livro The Ghost In The Shell de Shirow Masamune. O evento irá contar com a presença do editor Júlio Moreno e do tradutor André Oliveira.

A JBC, editora especializada em manga no Brasil, chega agora a Portugal. Acumulando uma experiência de 25 anos no mercado da cultura japonesa, a Editora JBC faz parte do JBGroup, um grupo de comunicação que nasceu no Japão em 1992 e, desde 2001, publica manga no Brasil. Actualmente, a JBC imprime no Brasil  dez novos títulos de banda desenhada japonesa por mês, atingindo o número de 1 milhão de exemplares por ano. A partir de agora, inicia-se uma nova produção idealizada especialmente para Portugal, com mangas produzidos e adaptados 100% em território português.

The Ghost in the Shell, da autoria de de Masamune Shirow, é o primeiro título da JBC Portugal, (…) Inédita em Portugal, a nova versão tem acabamento de luxo, seguindo o mesmo padrão da versão brasileira, a primeira no mundo a usar os ficheiros remasterizados pelo próprio autor. O mesmo material foi utilizado para esta versão portuguesa. A sobrecapa foi impressa com duas cores extras, usando no total seis cores na sua composição. Tem ainda um formato especial (17x24cm – bastante maior que o manga tradicional japonês), além do papel Lux Cream nas páginas internas. São 352 páginas, sendo que destas 62 são coloridas, tratando-se, portanto, de uma verdadeira edição de coleccionador.

(…) Publicada originalmente no Japão entre 1989 e 1991, The Ghost in the Shell é uma das obras mais com mais impacto entre os mangas de ficção científica, tendo influenciado directamente muitas obras posteriores, inclusivamente o filme norte-americano Matrix. O manga aborda, quase “filosoficamente”, a Inteligência Artificial, tema absolutamente actual.

Em 1995, o renomado [sic] realizador japonês Mamoru Oshii transportou para os ecrãs de cinema o universo idealizado por Masamune Shirow para a banda desenhada, tornando-se o anime um dos maiores fenómenos de culto de todos os tempos. (…) No ano passado, foi adaptado em Hollywood, com a actriz Scarlett Johansson (…) na pele da Major Kusanagi.

Apesar de ser uma obra única, no começo dos anos 2000, Masamune Shirow regressou ao universo da Major Kusanagi nos mangas. Foi publicado The Ghost in the Shell 2.0 e, posteriormente, a versão 1.5 da sua obra original de 1989. Estas duas bandas desenhadas estão nos planos da JBC Portugal para serem publicadas no nosso país.

Influenciado por obras “cyberpunk” do final dos anos 1980, como o manga Akira e o filme Blade Runner – Perigo Iminente, o cenário escolhido por Masamune Shirow para The Ghost in the Shell foi o futuro distópico de 2029, em que a alta tecnologia se mescla com uma sociedade decadente e desigual. É neste universo à beira do colapso que a Major Motoko Kusanagi é a principal agente da Secção 9 da Segurança Pública japonesa. Motoko é uma ciborgue altamente treinada, que tem como missão desvendar uma série de crimes cibernéticos realizados por um hacker conhecido como o Mestre dos Fantoches. Durante a caça ao criminoso virtual, Masamune Shirow insere no argumento questões existencialistas, ponderando inclusivamente se alguém provido meramente de Inteligência Artificial é, de facto, um ser vivo. E foi exactamente essa mistura de ficção científica, acção e temas filosóficos que fizeram do manga The Ghost in the Shell uma leitura obrigatória. Ao ponto de que talvez vá para a Bedeteca Ideal?

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Edit Mex Micro-Cuentos

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A Bedeteca de Lisboa irá colaborar com a edição deste ano da Edit – Feira de Edições de Lisboa trazendo um autor e investigador norte-americano de BD. Seguindo a linha de visitas anuais, inesperadas a Lisboa, do sérvio Vladimir Palibrik, o colombiano Daniel Jiménez Quiroz e o romeno Matei Branea, desta vez a Bedeteca sai das suas portas para apresentar o norte-americano Christopher Sperandiona Galeria Monumental, dia 7 de Julho, às 16h.

Sperandio é professor de Arte na Universidade de Rice em Houston (Texas, EUA) e o seu trabalho colaborativo mapeia várias margens entre a cultura de massas e de museu, tomando várias formas como BD (publicou pela Fantagraphics), jogos, esculturas temporárias, instalações pintadas, TV ou medias digitais.

Na Edit, irá dar uma pequena conferência sobre uma exposição itinerante, organizada por si, intitulada Between Love and Madness: Mexican Comic Art from the 1970s / Entre o Amor e a Loucura: BD Mexicana dos anos 70.

Sobre este tema: Antes da homogeneização da Aldeia Global, a cultura popular tinha uma variedade de formas em cada país. No principio dos anos 60 até meados dos anos 70, a BD no México era particularmente idiossincrática. Os “Micro-cuentos”, eram livrinhos de bolso, que publicavam histórias de géneros populares mas também continham críticas políticas subtis. Há uma estimativa que cada mês eram impressas 56 milhões de revistas e que a população do México era de 65 milhões de pessoas!

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Cristina Sampaio em Viana do Castelo

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(…) A elegância e a subtileza do traço de Cristina não são apenas raras numa época tantas vezes predisposta à grosseria e à vulgaridade. Elas caracterizam também a natureza do seu humor também raro e valioso, desafiando a inteligência do nosso/vosso olhar e valorizando a apreensão fina (ou seja, não a traço grosso) da realidade. Os desenhos de Cristina são, por isso, pepitas preciosas e também de uma utilidade cívica pouco comum nestes tempos conturbados. Sem esquecer o que já assinalara no texto que escrevi para a sua exposição de desenhos em 2001: através deles acedemos a uma «dimensão poética do jornalismo». E, sem dúvida, do humor. – Vicente Jorge Silva (excerto do texto do catálogo da exposição)

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O Ontem morreu hoje, o hoje morre AMANHÃ

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Belo título desta exposição que abre AMANHàna Galeria Municipal do Porto, que estará patente até 19 de Agosto, e onde poderão ser vistos trabalhos de João Alves, Mauro Cerqueira, Raymond Pettibon (capas de Black Flag e Sonic Youth!!!), Rudolfo entre outros artistas… A Galeria convidou a artista Carla Filipe a desenvolver um projecto que se debruçasse sobre as práticas sociais em nightclubs, enquanto espaços de fuga às possíveis falências de sistemas sociais diurnos. (…) Associada ao ambiente nocturno – meio em que Carla Filipe se movimentou com uma participação activa como artista plástica na criação de posters e imagens alusivos à programação de eventos de música electrónica e DJ set – esta exposição (…) contará com uma selecção de artistas locais e internacionais que se enquadram nesta convergência música/ imagem mas cujo corpo de trabalho mantém um carácter autónomo enquanto criação plástica, reflectindo a relação do particular com o plural (do indivíduo com a comunidade), e evocando pelo caminho a história da arte e a sua ligação à música através de um conjunto de referências autorais.

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