Category Archives: cinema de animação

Filminhos em Junho

A Zero em Comportamento continua a passar as suas sessões de cinema da crianças intituladas Filminhos Infantis à Solta pelo País pela Biblioteca dos Olivais. A próxima sessão está programada para AMANHÂ, às 15h30, proporcionando deste modo uma oferta diferente não só à população local, mas também a todos de fora que pretendam usufruir deste maravilhoso espaço.

Entrada: 3€ por pessoa.

Anúncios

Deixe um comentário

Filed under cinema de animação, miúdos

Video beats

RollanaBeat_70x100-08

A banda Pop/Rock Rollana Beat (que inclui André Ruivo) convidou treze realizadores para fazerem vídeos para treze gravações suas dos dois discos Big Sneeze (2000) e Murdering the Classics (disco inédito até ser lançado virtualmente em 2014) como também de compilações e maquetas, compilados numa sessão que vai acontecer no dia 3 de Maio, na Sala 3 do Cinema São Jorge às 19h15 integrado no festival IndieLisboa.

Os realizadores são Inês Oliveira, Gonçalo Duarte, Dedo Mau, Vasco Reis Ruivo, Xavier Almeida, Renata Sancho, Aya Koretzky, Ostraliana, Edgar PêraBruno Borges, Luis Lázaro, Isabel Aboim Inglez e Leonor Noivo.

Deixe um comentário

Filed under cinema de animação, outros media

Stoned na Bedeteca

Stoned de Nuno Amorim.

Eis que chegou à Bedeteca de Lisboa o livro Stoned de Nuno Amorim, publicado pela Mundo Fantasma o ano passado no âmbito da exposição do autor, Dos anos 70 à actualidade e Vice-Versa na galeria da loja, inaugurada a 8 de Setembro.

40255944_1974898329220032_4547227205083594752_n

Escreveram o seguinte sobre o autor: Daniel Clowes num suplemento do Eightball #18 (Mar’97) intitulado “Modern Cartoonist” ironizava – penso eu, com os gringos nunca se sabe! – num texto sobre BD que de 15 em 15 anos há um novo fôlego na cena. Basicamente, é preciso que apareça uma nova geração que apreenda e aplique as revoluções realizadas pela geração anterior. Não haveria a “BD Alternativa” dos anos 90 se 15 anos antes não houvesse a “underground comix” e estes não existiriam sem a EC Comics e a revista Mad dos anos 50. Tudo bem, parece justo.

Na edição de 31 de Janeiro de 1973 do jornal &etcNuno Amorim (com uns 21 anitos), já trabalhava para o mundo editorial mais sofisticado em Portugal – as Edições Afrodite e a &etc – e num artigo sobre a sua pessoa admite a admiração por Moscoso. Mais tarde, numa situação tão rara como a de 1973 – ou seja, dar tempo de antena a um ilustrador – é entrevistado no livro Editor Contra – Fernando Ribeiro de Mello e a Afrodite (Montag; 2016) e assume mais uma vez as suas influências dos anos 70 – Moebius e Caza, são os autores referidos.

Seja em 1973 seja 2016, os nomes dos autores que ele refere pouco importarão para o público. O estatuto marginal da BD permanece inalterado ao longo destas décadas todas e Amorim, como muitos outros artistas da sua geração e posteriores, “brincou” à BD. Publicou alguns trabalhos, principalmente na seminal revista Visão (1975-76) mas também alguns fanzines e nas publicações das míticas editoras acima já referidas. Como nunca houve uma estrutura económica de subsistência na BD em Portugal, ele parou de fazer BD e foi para outros poisos. Arquitecto de formação, foi director de arte em varias agências de publicidade internacionais em Lisboa, e posteriormente integrou os quadros da RTP, onde foi designer gráfico, realizador e responsável pelo departamento gráfico. Em 1991 foi co-fundador da produtora de cinema de animação Animais, onde é realizador e produtor de curtas metragens e séries de animação. Trabalhou e continua a trabalhar em imagem, área criativa pouco apreciada em Portugal. Um trabalho sujo mas que alguém tem de o fazer! 

A sua criação de BD ficou fechada na década de 70 com os pesos telúricos das influências da altura. Amorim e a malta da Visão tiveram quase todos o mesmo destino. Partiram para outra e foram esquecidos. Um caso ou outro voltou à BD, um ou outro ainda fizeram alguma obra em BD. Como profetizava Clowes, 15 anos depois aparecia uma nova geração de autores a baralhar as cartas – ligados aos zines e às revistas Lx Comics e Quadrado. Mas ao contrário que dizia Clowes, não parece que essa nova geração e as futuras tenham apreendido algo da anterior ou a tomado por base.

A verdade é que em Portugal apesar das suas inúmeras Bedetecas ou livros de História, os autores de BD não ligam ao passado. Empanturrados de hiper-realidade com tons de néon, mutações afrofuturistas, glitches cyberpunks, erotismo digital, risografia a brilhar pós-fluorescência, rocócós bling bling basta reeditar as BDs dos anos 70 como fiz com a antologia Revisão : Bandas Desenhadas dos anos 70 (Chili Com Carne; 2016) que lhes cai tudo em cima! Pá! Afinal os cotas já tinham feito cenas mamadas, meu! 

Se esta, tão apropriada, exposição na Mundo Fantasma se realizar com o título Dos anos 70 à actualidade e Vice-Versa, a Fita de Moebius completa-se. Se a Mundo Fantasma editar a BD inédita “Stoned” nas suas exemplares publicações impressas em Risografia então a Fita de Moebius, ironicamente, estreita-se. – Marcos Farrajota

Deixe um comentário

Filed under acervo da bedeteca, acontecimentos, bd portuguesa, cinema de animação

Monstra 2019

Monstra_3_660x371

Os olhos lisboetas não terão descanso durante 11 dias enquanto a Monstra, festival de cinema de animação, exibir centenas de filmes para todos os públicos possíveis…

Deixe um comentário

Filed under cinema de animação

EIIA

clipboard02-650x460

+ info aqui

Deixe um comentário

Filed under cinema de animação, formação

Boneco Rebelde

bonecos

Só agora percebemos da nova reedição de Boneco Rebelde, de Sérgio Luís apresentada no mês de Novembro de 2018, numa iniciativa da Câmara Municipal de Leiria.

Considerado um dos trabalhos marcantes de Sérgio Luís (1921-1943), o Boneco Rebelde foi originalmente publicado na revista O Papagaio, na década de 40 do século XX, e entrou num pioneiro filme português de animação, de 1941, assinado pelo autor.

Sérgio Luís foi, com o irmão Guy Manuel (1923-1943), um dos precursores da animação em Portugal, sendo ambos filhos do também artista Luís Fernandes. Com o lançamento da colecção em Leiria, um dos seus mais famosos trabalhos pode agora ser recordado. (…) A aposta na edição surgiu na sequência da exposição ReBelDes: desde Abril de 2017 que nas ruas de Leiria estão expostos pormenores da obra gráfica dos irmãos Sérgio e Guy, num trabalho que liga o Museu de Leiria e o Arquivo Distrital e que mereceu o Prémio de Marketing Cultural, atribuído já este ano pela Associação Portuguesa de Museologia. “Os nossos visitantes demonstram sempre um grande entusiasmo com esta personagem e com a vida do seu criador, Sérgio Luís” e, por isso, “esta exposição deixou clara a necessidade de se publicarem os volumes das aventuras do Boneco Rebelde, em versões que garantam o seu usufruto pelos novos aventureiros”. (…)  Nesta edição constam os volumes Aventuras do Boneco Rebelde, O livro mágico, O Boneco torna a sair do frasco, A ilha misteriosa e o catálogo ReBelDes: Sérgio Luiz e Guy Manuel.

Relembramos aqui da exposição que esteve na Bedeteca de Lisboa há 20 anos atrás e que sobreviveu num outro luxuoso catálogo.

Deixe um comentário

Filed under bd portuguesa, cinema de animação, miúdos, referência

Monstrinha pronta para marcações

image001

+ infos aqui

Deixe um comentário

Filed under cinema de animação, miúdos