Category Archives: miúdos

Filminhos em Junho

A Zero em Comportamento continua a passar as suas sessões de cinema da crianças intituladas Filminhos Infantis à Solta pelo País pela Biblioteca dos Olivais. A próxima sessão está programada para AMANHÂ, às 15h30, proporcionando deste modo uma oferta diferente não só à população local, mas também a todos de fora que pretendam usufruir deste maravilhoso espaço.

Entrada: 3€ por pessoa.

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23º Prémio Nacional de Ilustração

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Prémio Nacional de Ilustração abre candidaturas entre 5 e 10 de Junho!

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Bicórnio

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Toda a gente publica BD em Portugal nos dia que correm e eis material para miúdas futuras feministas (!): Bia e o Unicórnio de Dana Simpson. É uma tira diária norte-americana (…) Inicialmente denominada de Heavenly Nostrils (…), a tira estreou a 22 de Abril de 2012 no site GoComics (…). A 30 de Março de 2015 começou a ser publicada em 100 jornais já com o título actual, Phoebe and Her Unicorn, (…) é publicada mundialmente em mais de 200 jornais.

A tira segue a vida de Bia (…) e a sua melhor amiga, o unicórnio-fêmea Pureza das Narinas Celestiais (…), versada em magia. Foi compilada até ao momento em 6 livros, tendo também sido publicados dois livros de banda desenhada com conteúdo original. O primeiro livro da série, publicado em Portugal em Outubro (…) Foi galardoado com o Scandiuzzi Children’s Book Award dos Washington State Book Awards 2015 na categoria de Middle Readers (idade de 9 a 12 anos). O livro foi também incluído na lista dos Melhores Livros Feministas para Jovens Leitores 2015 do site Book Riot.

Um exemplar chegou à Bedeteca de Lisboa…

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Urso-pardo

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Jorge Mateus foi uma das grandes esperanças da BD portuguesa nos anos 90 mas nunca vingou. Felizmente que pontualmente ele vai aparecendo aqui e acolá. Este mês sai Urso, um transplante em BD do livro Urso-pardo em Portugal – Crónica de Uma Extinção, de Paulo Caetano e Miguel Brandão Pimenta que decidiram aventurar-se pelos caminhos das novelas gráficas e desafiaram um amigo, autor de BD, para os acompanhar nesta aventura.

Transformados em personagens de uma história onde reis, nobres e povo se confrontam com temíveis ursos, nas mais gélidas paisagens serranas, embarcam numa aventura que se estenderá de Portugal aos bosques das Astúrias e onde também se revelarão hábitos dos antigos ciganos. Veremos o que acontece…

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O Papagaio

3858881_origA Bedeteca de Lisboa recebeu mais uns quantos números da revista O Papagaio enriquecendo e quase completando a sua colecção. Ao contrário da Biblioteca Nacional, na Bedeteca, o acesso para consulta é bastante simples e é de aproveitar, dadas às curiosidades inerentes à publicação.

A revista, cujo director era Adolfo Simões Muller começou a 18 de Abril de 1935 e terminou a 10 de Fevereiro de 1949, com 722 números publicados. Era uma publicação para ratos de sacristia pois pertencia à Radio Renascença. De resto é sabido que Portugal foi o primeiro país não francófono a publicar o Tintim. E foi igualmente o primeiro país a editar os episódios a cores. Adolfo (…) ao visitar a Bélgica, conheceu a obra de Hergé, apreciando bastante a sua qualidade gráfica e narrativa [!], pede ao padre Abel Varzim  da possibilidade de importar a série para Portugal. Assim, no #53 de 16 de Abril de 1936 iniciam-se as aventuras de Tim-Tim na América no Norte (…) De notar, que O Papagaio foi a primeira revista mundial a colorir as aventuras de Tintim. O interesse desta revista é o facto de publicar as primeiras versões dos episódios, colorindo-os, quando os originais de Hergé eram a preto e branco. Contudo, Hergé não apreciou a mudança do nome para «Tim-Tim, repórter de O Papagaio» e das pranchas serem remontadas. Também foi nesta revista que foi publicado o Boneco Rebelde de Sérgio Luís.

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Sorriam, irmãs!

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Depois de Finalmente o Verão, o mercado português desenvolveu hábitos de leitura de BD para um público adolescente, sobretudo a Devir. Chegou à Bedeteca de Lisboa, passados estes anos todos, os livros Sorri e Irmãs de Raina Telgemeier, sucessos nos EUA, com mais de 3,5 milhões de cópias vendidas.

Sinopse de SorriRaina só quer ser uma aluna normal do sexto ano. Mas uma noite, depois dos Escuteiros, ela tropeça e cai, ferindo gravemente os dois dentes da frente. O que se segue é uma longa e frustrante jornada, umas alturas com aparelho e outras sem ele, cirurgia, um embaraçoso aparelho externo nos dentes, e até uma prótese com dentes falsos. E para além disto tudo, ainda há mais coisas com que lidar: um tremor de terra enorme, confusão por causa de rapazes e amigos que afinal revelam que não são assim tão amigos. A história da Raina leva-nos desde o sexto ano à secundária, onde ela descobre a sua voz artística, descobre o que realmente significa a amizade e onde ela finalmente… sorri.
Sinopse de IrmãsUma história real sobre crescer… com uma irmã. Com o seu humor e encanto habituais, Raina conta-nos a história da sua relação com Amara, a irmã mais nova. Uma relação turbulenta, que vamos conhecendo pouco a pouco, durante uma longa viagem de carro desde a Califórnia até ao Colorado.

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Os miúdos ainda curtem isto?

5bb1cbb09bf7461e88f6a4d69c36aa31A Asa e o jornal Público vão lançar uma colecção semanal dedicada à série Spirou e Fantasio que tenha o dedo autoral do mestre Franquin (1924-1997), nas Quarta-Feiras de 24 de Abril a 3 de Julho. Composta por 11 álbuns duplos a cores e de capa dura, custa 11,99€ cada um.

Não sabemos se as primeiras quatro BDs curtas de Franquin – que usamos para ilustrar este “post” – estão incluídas nesta colecção. Realizadas entre 1948 e 1950, substituindo (outro mestre) Jijé, Franquin ainda é um autor desconhecido, sendo que já se notam os seus tiques que serão celebres em Gaston Lagaffe ou nos álbuns mais emblemáticos do Spirou: expressividade corporal, acção extravagante, co-existência dinâmica entre humanos e animais, etc…

Spirou é uma máquina belga de fazer dinheiro mesmo usando aquela fatiota ridícula de paquete de principio de século XX – cujos hotéis de Lisboa voltaram a usar para sinalizar bem o estatuto de trabalhador humilhado – e vivendo num mundo que já não existe, leva-nos a questionar se esta colecção é destinada para crianças ou para agradar os “bedófilos” saudosistas. Considerando que esta obra foi seleccionada para a Bedeteca Ideal e as edições portuguesas sempre foram caóticas e incompletas, pelo menos fica bem numa Bedeteca pública.

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