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Kuvittaja

47350850_2156718177696292_1460723651589439488_nA Bedeteca de Lisboa recebe trimestralmente a revista Kuvittaja da Associação Finlandesa de Ilustradores – a mesma que trouxe ao Palácio Galveias em 2008 a bela exposição Truth or Tales. Não percebemos pevas de “suomi” o que nos deixa chateados porque se há uma coisa que se percebe logo com esta publicação é que os finlandeses tem ilustradores com muita boa qualidade. Só pelas imagens vale a pena folhear esta bela revista para ilustradores que querem estar actualizados… visualmente!

Ah! neste número escrevem um artigo sobre a “nossa” Planeta Tangerina, devem dizer bem, naturalmente!

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“Rir é o melhor remédio!” AMANHÃ

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Nova Imagem

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A revista sueca sobre BD Bild & Bubbla já não parece (muito) uma revista para “bedófilos”. Parece até uma revista normal… Ena! A Bedeteca de Lisboa recebeu dois dos novos números (215 e 216) em num é oferecido um guia de verão prá BD portuguesa… Quem é que percebe sueco ou os suecos?

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Ideia

Há poucos meses dizia o crítico Domingos Isabelinho que o maior artista de BD belga era Frans Masereel (1889-1972) – e não o Hergé adorado pelos pobres-diabos dos “bedófilos”. Masereel além de ter sido o criador naquilo que agora se chamam de “Romances Gráficos”, foi dos primeiros autores de BD artística. Por mais que traduzam o Tintin, felizmente a História repõe as verdades e ficamos a saber da iniciativa de reeditar e analisar o trabalho de Maserrel pela editora Martin de Halleux.

Sem querer também descobrirmos que o livro Idée (1920) de Maserrel foi adaptado para cinema de animação por Berthold Bartosch (1893-1968), cujo o filme homónimo, saído em 1933, é considerado o primeiro filme de animação artístico e que usa também pela primeira vez sons  electrónicos (as ondas Martenot) como banda sonora. É nestas alturas que se percebe bem o que é um Artista e o que é um homem de negócios, distinção impossível de fazer no meio da Bêdê…

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PSPY 2018

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Chegou à Bedeteca de Lisboa um exemplar do sexto anuário de edição independente portuguesa, ou se preferirem o Portuguese Small Press Yearbook 2017O tema deste ano é a Banda Desenhada.

Por ter já completado um ciclo de “números redondos”, tudo mudou no PSPY: o formato e design (assinado por Rudolfo) e o facto de a coleccionadora e editora Catarina Cardoso ter passado a convidar outras pessoas a editar os próximos volumes. O primeiro foi Marcos Farrajota que escolheu vários artistas a participarem neste número e redige dois textos – entre eles o “famoso” relatório de edição independente, relativo ao ano passado. Os artistas são: Bruno Borges, Ema Gaspar, Filipe Felizardo, Francisco Sousa Lobo, Fuko Ito, Han Teng Yung, João Carola, Juli Majer, Mao, Nhozagri, Nicole Shinn, Paulo Mendes e Xavier Almeida.

PSPY é o testemunho físico deste movimento a começar pelos seus registos bibliográficos ou de eventos, é uma ferramenta essencial de estudo “disto que se está a passar”…

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“Um objecto e seus discursos”: o(s) Sade(s) da Afrodite no Porto

Montag : para retronautas

Sábado, dia 27, imediatamente antes da inauguração da exposição “Editor de Vanguardas” dedicada a Fernando Ribeiro de Mello e à Afrodite na Biblioteca Municipal do Porto, estarei à conversacom Nuno Amorim sobre estas duas edições de Sade publicadas pela Afrodite, sobre o que correu mal na primeira (quase tudo, como contei em PORTUGAL EM SADE, SADE EM PORTUGAL) e o que fez da segunda um livro tão memorável (e o que faltou para ser ainda mais). Moderação de Guilherme Blanc.
Nuno Amorim é, com Eduardo Batarda, o sobrevivente da montanha-russa que foi a carreira da Afrodite na década de 1970, colaborando com o editor desde a célebre sessão da banheira em 1971 até ao fim da linha, o que incluiu algumas excelentes ilustrações pelo meio, como no Manual dos Inquisidores, no Super Macho de Jarry e em O Sexo na Moderna Ficção Científica. Será…

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Nuno Amorim na Afrodite

Montag : para retronautas

Continuando no baú da Afrodite, encontrei estas espantosas ilustrações de Nuno Amorim para a edição de O Supermacho de Alfred Jarry (1975). A influência (as hachuras nos meios tons, por exemplo) é óbvia: as bandes dessinés a preto-e-branco de Moebius,  a partir de La Déviation de 1972. Em 1975 a Métal Hurlant estava ainda para ser lançada ou acabara de o ser, pelo que técnica apurada de Amorim o punha ao nível da vanguarda da BD de fantasia e FC. Não lhe calhou a Métal, mas a Visão, lançada em Portugal também nesse ano e também ela ao nível do que se fazia de mais arrojado em França, o que deixa intrigantes questões sobre o que poderia ter sido a história da BD em Portugal se tivesse havido por cá o que permitiu o fulgurante arranque daquela revista francesa. Mais amostras das ilustrações de Amorim para…

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