Monthly Archives: Janeiro 2026

Memória de Silva

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Porta aberta

[ilustração do gringo Danny Hellman, que só foi publicado em Portugal na Underworld]

Pouco a pouco a Bedeteca de Lisboa – inserida na Biblioteca dos Olivais – volta ao normal depois do reinado de terror dos pimbas. Isto para dizer que apesar de ainda haver um porteiro já se pode entrar no edifício sem a obrigatoriedade de ter o cartão BLX.

Bom fim de semana.

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1000

Chegou à Bedeteca de Lisboa este One Thousand Years of Manga de Brigitte Koyama-Richard, belo livro sobre o… bem, acho que sabem sobre o quê! Excelente peça a acrescentar ao acervo da Bedeteca que tem vários mais livros e revistas sobre BD japonesa.

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Aulas de perspectiva (e não só)

Chegou um livro “freak” à Bedeteca de Lisboa, à partida parece que estamos perante Perspective! For Comic Book Artists de David Chelsea, uma banda desenhada que ensina o uso de perspectiva na BD – como os livros sobre BD de Scott McCloud ou o Massa Crítica… Mas depois:

o livro torna-se num “splitbook” com um livro japonês! Pá, tipo fusão dimensional! A lombada até pertence antes a este Methods : from layouts of “Patlabors 2 the movie”! Um erro na gráfica chinesa? Que bizarria!

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Caramba!

Até 10 de Janeiro 2026, na Tinta nos Nervos está patente a exposição Desdobramento : Originais do livro “Estância do Sino Coberto” de Diniz Conefrey – depois de ter tido a exposição na BD Amadora.

Dizem: Nesta narrativa, embora estejam separadas pelo tempo, desenrolam-se duas histórias em contraponto que se encontram geograficamente no mesmo local. A viagem que o monge budista chinês, Xuanzang, realizou à Índia, entre 627 e 644 da nossa era, com o intuito de recolher textos originais. E a de Nora, uma mulher europeia de 46 anos, que no século XXI se encontra de viagem pela Índia, para se afastar dos seus problemas e ter tempo para si própria.

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Gajas nuas?

Será lançado a 3 de Fevereiro, pela Asa, o álbum Duas Raparigas Nuas de Luz – autor sobrevivente ao massacre do Charlie Hebdo.

Dizem: Um século de História é observado através de uma única obra de arte. Tudo tem início em 1919, numa floresta nos arredores de Berlim, quando Otto Mueller pinta Duas Mulheres Nuas. A partir desse momento, a pintura torna-se uma testemunha silenciosa do mundo que a rodeia.

Do atelier do artista às paredes do escritório do seu primeiro proprietário, o quadro acompanha a vida quotidiana até ser inevitavelmente apanhado pelas convulsões de um dos períodos mais sombrios do século XX: a ascensão de Hitler ao poder, o anti-semitismo institucional, a arte moderna classificada como degenerada pelo regime nazi, a desapropriação de famílias judias, exposições, vendas forçadas e incêndios.

Actor passivo num mundo que lhe é exterior, Duas Raparigas Nuas é, acima de tudo, um sobrevivente. Fruto de uma investigação conduzida por Luz, este romance gráfico [oi! as editoras de BD já sabem usar português correcto? Já não é “novela gráfica”!?] histórico convida o leitor a uma reflexão profunda e atual sobre a vigilância necessária perante todas as formas de censura política e cultural.

A obra foi amplamente reconhecida, conquistando o Fauve d’Or 2025, prémio para Melhor Álbum no Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, e o Grande Prémio da Crítica ACBD 2025. Sendo um álbum de BD franco-belga, esperemos que não seja o típico álbum de BD franco-belga com gajas nuas para apimentar episódios históricos e as tramas narrativas… veremos como é a Asa em 2026, que já sabe escrever “romance”!

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“Causas justas”

Estão na Bedeteca de Lisboa três obras fabulosas do mestre Alberto Breccia (1919-93):

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