Kein Mehrheit Für Die Mitleid

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Sobre Columbine no The NIB

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PEQUENO é Koch!

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A Chili Com Carne promoveu os encontros mensais PEQUENO é bom! em 2010, com o objectivo de divulgar a edição independente junto do público português – essas “coisas pequenas” que circulam por aí, longe do olho público: zines, CD-R’s, k7’s, vinil, graphzines, livros de autor, etc… Desde 2017 que o PEQUENO é bom! regressou numa segunda temporada mais ambiciosa de criar um encontro saudável entre artistas estrangeiros e público, fora dos grandes festivais e as suas tretas comerciais. Depois de Aaron $hunga (EUA) e Berliac (Argentina/ Polónia), eis um encontro com a norte-americana Aidan Koch para 22 de Abril, às 19h, nos Anjos 70, moderado por Hetamoé Mao. A entrada é livre mas condicionada pelos lugares disponíveis, prioridade para os associados da Chili Com Carne – o melhor é reservar!
Aidan Koch (Seattle, 1988) é uma artista sediada em Nova Iorque, cuja prática multidisciplinar inclui narrativas gráficas de carácter experimental. A sua banda desenhada decompõe o meio aos elementos mínimos, trilhando fragmentos visuais e verbais ambíguos entre o visível e ausente, poesia e silêncio. Nos seus trabalhos, são recorrentes motivos como artefactos de culturas clássicas e antigas, que transitam da banda desenhada para pinturas, esculturas, cerâmicas e têxteis. Em 2017, criou o Institute for Interspecies Art and Relations, onde mobiliza teoria, ética e estética na produção de conhecimento sobre e sensibilização pública para as relações entre humanos e não-humanos. Do seu percurso profícuo, destacam-se os livros de banda desenhada The Whale (2010), The Blonde Woman (2012) e Impressions (2014), bem como múltiplas exposições individuais e em grupo nos EUA e Europa.

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OCUPA SAPATA Fábrica Braço de Prata

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Abril é o mês da Liberdade, mas que liberdade é essa miga? O que vamos fazer com essa tal liberdade? Se não podemos dançar, essa revolução ainda é nossa? 

Com essas (e outras) na cabeça é que a Sapata Press aceitou o convite da Fábrica Braço de Prata para ocupar a sala Visconti durante as terceiras quintas-feiras de cada mês. Durante TODOS os meses de 2019 há um encontro marcado para lançar fanzines, desenhar, ouvir música e conversar num espaço que pretende ser inclusivo e acolhedor.

Unicórnios, sereias e serpentes, uni-vos!

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Páscoa e a Bedeteca de Lisboa

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autor desconhecido

Amanhã a Bedeteca de Lisboa fecha às 12h30 para que os seus funcionários possam ir à terrinha buscar os ovos e batatas. Reabre na Terça-Feira por isso amanhã vamos lá buscar o máximo de BD para o fim-de-semana mórbido que se avizinha!!!

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Monkey Punch (1937-2019)

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Faleceu na Quinta-Feira passada Kazuhiko Katou (aka de Monkey Punch) criador de Rupan Sansei / Lupin III (em 1967) que foi publicado de forma muito estranha em Portugal… Saíram dois volumes grossos sob a chancela Mangaline (tal como uma empresa em Espanha) mas bastante mal impressos. Tanto apareceram no mercado (há quem diga que nem apareceram!) como desapareceram logo a seguir… Alguma ideia deste fiasco editorial?

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Os miúdos ainda curtem isto?

5bb1cbb09bf7461e88f6a4d69c36aa31A Asa e o jornal Público vão lançar uma colecção semanal dedicada à série Spirou e Fantasio que tenha o dedo autoral do mestre Franquin (1924-1997), nas Quarta-Feiras de 24 de Abril a 3 de Julho. Composta por 11 álbuns duplos a cores e de capa dura, custa 11,99€ cada um.

Não sabemos se as primeiras quatro BDs curtas de Franquin – que usamos para ilustrar este “post” – estão incluídas nesta colecção. Realizadas entre 1948 e 1950, substituindo (outro mestre) Jijé, Franquin ainda é um autor desconhecido, sendo que já se notam os seus tiques que serão celebres em Gaston Lagaffe ou nos álbuns mais emblemáticos do Spirou: expressividade corporal, acção extravagante, co-existência dinâmica entre humanos e animais, etc…

Spirou é uma máquina belga de fazer dinheiro mesmo usando aquela fatiota ridícula de paquete de principio de século XX – cujos hotéis de Lisboa voltaram a usar para sinalizar bem o estatuto de trabalhador humilhado – e vivendo num mundo que já não existe, leva-nos a questionar se esta colecção é destinada para crianças ou para agradar os “bedófilos” saudosistas. Considerando que esta obra foi seleccionada para a Bedeteca Ideal e as edições portuguesas sempre foram caóticas e incompletas, pelo menos fica bem numa Bedeteca pública.

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Pentângulo #2

pentangulo2Já saiu o segundo número da Pentângulo, uma publicação anual que mostra resultados de uma parceria entre a Escola Ar.Co e a Associação Chili Com Carne, que aqui unem os seus esforços criando um novo projecto editorial.

Este tem como objectivo conferir visibilidade ao trabalho de novos autores cuja formação tenha sido feita no curso de Ilustração e Banda Desenhada do Ar.Co. Numa relação saudável de partilha entre nomes consagrados e estreantes, a iniciativa conta com a participação de alunos, ex-alunos e professores.

O Departamento de Ilustração/BD do Ar.Co tem vindo a por em prática um modelo pedagógico que privilegia as aplicações específicas da ilustração e banda desenhada em relação ao mercado editorial, tendo para o efeito realizado parcerias com várias entidades ao longo dos seus 18 anos de existência. A Chili Com Carne – e a sua “irmã” MMMNNNRRRG – foi um dos parceiros com quem o departamento colaborou, como o atestam as publicações Brincar com as palavras, Jogar com as palavras, em 2002, e mais recentemente O Andar de Cima de Francisco Sousa Lobo, álbum realizado no âmbito do Ano Europeu do Cérebro, em 2014.

É na sequência destas colaborações que estas duas associações se juntam novamente, para afirmarem os seus lugares próprios na produção de banda desenhada nacional. 

Neste número colaboram Amanda Baeza, Ana Dias, André Pereira, Daniel Lima, Dois Vês, Francisco San Payo, Francisco Sousa Lobo, Gonçalo Duarte, João Carola, João Silva, Luana Saldanha, Marcos Farrajota (com dois textos, o famoso Relatório sobre Fanzines e afins de 2018 e uma pesquisa sobre assuntos LGBTI+ na BD portuguesa), Mariana Pinheiro, Mathieu Fleury, Nuno Saraiva (capa), Pedro Moura (com um texto bem fixe intitulado “Fuck Nostalgia”!), 40 Ladrões, Rodolfo Mariano, Rosa Francisco, Sara Boiça e Simão Simões.

O primeiro número encontra-se na Bedeteca de Lisboa. E o projecto foi seleccionado para a Bedeteca Ideal.

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