250 Lisboas

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Inaugura dia 19 de Junho, às 18h, a exposição As Lisboas de Nuno Saraiva na Galeria Santa Maria Maior (na Rua Da Madalena, 147). Entrada Livre até 27 de Julho no horário de 2ªFeira a Sábado, das 14h às 18h.

São as Festas e Troféus das Marchas para a EGEAC, os cartazes de Arraiais, Rondas das tascas, guias ilustrados e concursos de fado para a Associação Renovar a Mouraria, os mapas ilustrados para a Universidade Nova de Lisboa/IELT, as inúmeras ilustrações com o apoio do Museu do Fado para o Museu de Santo António e outras tantas para o serviço educativo do Castelo S.Jorge, os desenhos para produtos como Ginja Lisboa ou Ginja sem Rival, as imagens para marcas de jogos como a Mebo Games ou a Nerd Monkeys, colaborações na editora Tugaland e nos jornais Público, Sol ou Time Out Lisboa, campanhas publicitárias como Lisboa na Boa e as aventuras em t-shirts do Bairro do Tareco e em azulejos da City of All. 

À volta de todas estas Lisboas, todos originais e seus desenhos preliminares expostos em velhas molduras, umas oferecidas por amigos, outras compradas na Feira da Ladra de Lisboa. Ao todo, somando material impresso, objectos e originais, apresento aqui 250 Lisboas. E muitas outras ficaram de fora, à espera de uma próxima exposição.

Visitas guiadas pelo artista, sem marcação, Sábados 4, 6, 20 e 27 Julho, das 14h às 18h.

 

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LDC regressam a Portugal graças à Alegria

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O colectivo de Marselha que faz vomitar os olhos Le Dernier Cri regressa a Portugal – estiveram no Salão Lisboa 2005! – para poisarem na Feira da Alegria, a acontecer entre 13 e 16 de Junho no Porto! Ah! Parece que também virão os sérvios do festival Novo Doba! Vai ser uma pândega!!

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Giro?

Algumas novidades portuguesas que não sabemos se são fixes ou não, esperemos que apareçam na Bedeteca de Lisboa para sabermos isso…

  • Mar de Aral é a nova aposta portuguesa da G.Floy Studio e Comic Heart, cujo destaque é sem dúvida o facto de termos novamente BD inédita do autor bestseller José Carlos Fernandes, mas desta vez com incríveis ilustrações de Roberto Gomes. Este álbum fez parte originalmente do projecto Black Box Stories, que era para ter sido uma colecção escrita por Fernandes e ilustradores convidados, mas que (…) Chegou apenas a sair um volume pela Devir, com o título Tratado de Umbrografia (ilustrado por Luís Henriques), em 2006. Sinopse: O voo 713 para Belize nunca chegou ao seu destino. O aparelho foi encontrado dois dias depois, nas profundezas da selva do Yucatán, perto de Uxmal, não muito danificado. Mas da tripulação e passageiros, nem rasto. Quando os peritos aeronáuticos analisaram as caixas negras do aparelho, ficaram perplexos: em vez do registo das conversações entre o avião e os controladores aéreos, as fitas continham apenas histórias insólitas e aparentemente sem nexo, narradas por uma voz arrastada e monocórdica, que não foi identificada como pertencendo a qualquer dos membros da tripulação.
  • Tangerina de Rita Alfaiate, pela Escorpião Azul que diz: Este é o capítulo que faltava no livro No Caderno da Tangerina. O mistério que envolvia a personagem principal, a Tangerina, é revelado neste livro, cujo título tem o seu nome, em homenagem a todos os incompreendidos, sejam eles adultos ou crianças.

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NN BD LX

nodoaChegou à Bedeteca de Lisboa o livro vencedor da edição do ano passado do concurso interno da Chili Com Carne, Toma lá 500 paus e faz uma BD. Trata-se da antologia Nódoa Negra que reúne as participações de doze autoras: Bárbara Lopes, Cecília Silveira (da Sapata Press), Dileydi FlorezHetamoé, Inês Caria, Inês Cóias, Marta Monteiro, Mosi, Patrícia Guimarães, Sara Figueiredo CostaSílvia Rodrigues e Susa Monteiro.

Dizem: No nosso imaginário a Dor pertence ao campo físico, neste pensamento associamos sempre o nosso corpo a um estado de dor físico e facilmente nós esquecemos que existem vários níveis de dor, entre eles, a dor emocional/ psicológica, que por sua vez, ocupa o mesmo peso que a dor sentida fisicamente. Assim, partindo da vontade de trabalhar a plasticidade da temática da dor e de querer perceber os vários entendimentos ao seu respeito, foram convidadas onze artistas e uma escritora, que partilham a paixão pelo desenho, a banda desenhada e a ilustração, para que através do seu olhar e desenho/ escrita, reflectissem sobre a dor. Ao longo da antologia, será perceptível que cada artista tento tido como ponto de partida a temática geral da dor, escolheu desenvolver graficamente uma dor específica: do parto, do confronto com o outro, dor menstrual, de amar, da solidão, de esconder a dor, da ausência, do luto, do crescimento, de alma… 
Curiosamente e historicamente esta poderá ser a primeira antologia de autoras coordenado exclusivamente por autoras. Isto é, apesar de alguns números especiais de revistas, fanzines ou livros de “BDs no feminino” que apareceram nos anos 90 (G.A.S.P. ou Azul BD3) e no novo milénio (Quadrado #3 / 3ª série, Allgirl’zine e QCDA #2000) estas publicações não foram organizadas pelas próprias autoras como acontece no presente projecto vencedor.

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Mini Puiupo

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Mais uma portuguesa, ou melhor luso-brasileira, na colecção mini kuš!! Agora é a vez de Paula Puiupo (ou Almeida, como assinou a sua participação em Safe Place) e do qual dizem: Is it possible for us to travel between dimensions? Maybe not with our bodies, but within our mental states. A dismembered family makes its youngest reveal the mystery.

Chegou um exemplar à Bedeteca de Lisboa!

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StripMagma

Strapazin 130, magazine

Chegou à Bedeteca de Lisboa, oferta de Pedro Moura, um número da revista suiça Strapazin. Como o mesmo explica: No último Abril [do ano passado], o Festival Internacional de Banda Desenhada Fumetto, em Lucerna, Suíça, apresentou como exposição central o projecto Magma. Trata-se de uma colaboração à distância entre um grupo de autores suíços, que conta, por um lado, com Fanny Vaucher, Corinne Odermatt, o colectivo Ampel, e a artista Anete Melece, da Lituânia, e por outro com uma “embaixada do Brasil”, agregando Fábio Zimbres, Diego Gerlach, Rafael Coutinho e a artista visual Talita Hoffman. Ainda que nenhum destes grupos participasse como um “bloco nacional”, mas bem pelo contrário como artistas altamente idiossincráticos, inclusive no seu entendimento formal e estético do que pode ser entendido como “quadrinhos”, o projecto foi elaborado através de um contacto directo.

Os artistas trocaram uma série de impressões, ideias e imagens (“trocar cromos” é um pensamento que nos ocorreu de imediato), que serviria para que houvesse uma rede de comunicação e possível influência mútua. Através desse trabalho de bastidores, os artistas desenvolveram trabalhos originais, alguns mais próximos do material trocado do que outros, uns investigando mais profundamente questões de identidade ou de potencialidades artísticas do que outros mas sem dúvida que em resposta a esse contacto. Esta é uma das dimensões interessantes do Fumetto, que como que encomenda trabalhos originais e imediatamente associadas a essa mesma circunstância. (…) Tivemos o grato prazer de sermos convidados a observar o trabalho de troca de comunicações entre os artistas e a génese e desenvolvimento de alguns trabalhos, com o intuito de escrevermos um ensaio associado à acção. Os resultados podem ser vistos e lidos em alemão e português (o nosso texto foi escrito sob a norma do Brasil), aqui.

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Corto reeditado com arte!

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Não ficaram pela A Balada do Mar Salgado (tal como não ficaram pela bosta 1 já houve bosta 2) e a Bedeteca de Lisboa recebeu Sempre um pouco mais longe de Hugo Pratt (1928-95). Edição a preto e branco! Excelente!

Sinopse: Corto Maltese alarga o seu périplo tropical à selva sul e centro-americana e às ilhas caribenhas. Vudu e política, golpes e repúblicas de bananas, escravatura, mulheres belas e misteriosas, a duradoura miragem do Eldorado, são alguns dos cenários e dos meandros das aventuras deste herói singular, independente e livre, imbuído de um certeiro instinto de justiça. Na extraordinária elegia que é A Lagoa dos Bons Sonhos, o fim próximo da I Guerra Mundial é pretexto para uma meditação melancólica sobre os sonhos de glória.

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