Sem abrigo + com fome por favor ajude

5_AF_NOVELAS_GRAFICAS_2016_400px__06767_zoomChegou à Bedeteca de Lisboa mais um volume da nova Colecção Novela Gráfica que saiu o ano passado com o jornal Público. Trata-se de A História de um Rato Mau que é uma obra complicada de validarmos porque se por um lado o tema que retrata é o abuso sexual – tema esse que faz todo o sentido divulgar no seio dos “rapazes dos comics” que costumam meter as mulheres nos frigoríficos – e apesar de toda a perícia técnica do inglês Bryan Talbot, não deixamos de a achar “light” e fria, caindo numa fórmula pedagógica.

Diz a sinopse: Helen Potter, uma jovem vítima de abuso sexual, empreende uma viagem de descoberta pela Inglaterra rural, seguindo os passos da célebre autora de livros infantis, Beatrix Potter, na esperança de reencontrar a paz e a felicidade… Neste diálogo entre duas épocas e duas Potter, Helen irá descobrir a verdadeira força interior que lhe permitirá confrontar os seus demónios pessoais, numa história de heroísmo e coragem.

Sobre o mesmo tema encontramos na Bedeteca de Lisboa obras mais interessantes como Cucko de Madison Clell ou as BDs de Debbie Drechsler em The best of drawn and quaterly.

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Outro Espelho

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Sábado, dia 25 de Fevereiro de 2017, no Banco (Lisboa), pelas 16h inaugura uma exposição de banda desenhada de Rodolfo Mariano intitulada Outro Espelho Ultra Mundo. Apresenta-se assim uma selecção pessoal de trabalhos publicados e alguns inéditos.

À inauguração presidem Lightning Rod, tocador de violas clássicas (e de guitarras eléctricas), e Mr. Gonzofotógrafo e passador de discos. Esta exposição estará patente até dia 18 de Março.

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5 filmes de Cotrim.

amigos da bedeteca

Por ocasião da exposição Banda Escrita: João Paulo Cotrim, dedicada ao trabalho de escritor de banda desenhada deste autor, e patente na galeria da Bedeteca da Amadora até dia 4 de Março de 2017, a Bedeteca apresenta uma sessão de cinema de animação no próximo dia 25 pelas 16 horas.
Serão projectadas cinco curtas-metragens escritas por João Paulo Cotrim e realizadas por vários autores.
Daniel Lima, real., Um degrau pode ser um mundo (2009)
João Fazenda, real., Algo importante (2009)
Tiago Albuquerque, real., Diário de uma Inspectora do Livro de Recordes (2009)
Pedro Brito, real., Fado do homem crescido (2011)
João Fazenda, real., Sem Querer (2011)
Todos os filmes com legendas em inglês.
Duração total aproximada: 46 minutos.
Agradecimentos a Humberto Santana @ Animanostra.
Esta acção encontra-se integrada na Programação Os 5 Sentidos da Banda Desenhada.

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ANIMAL COLLECTIVE: A VANGUARDA DA BANDA DESENHADA EUROPEIA

Cadeirão Voltaire

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Até ao final deste mês, a galeria CentroCentro, instalada no Palácio Cibelles, em Madrid, acolhe uma exposição dedicada à banda desenhada europeia contemporânea. Animal Collective dá conta do trabalho de vinte e dois colectivos cuja produção se espalha por fanzines, livros, cartazes e pequenas publicações de difícil classificação, e também por encontros e festivais nem sempre reconhecidos pelo radar da imprensa cultural.

Vanguarda é um dos termos mais utilizados nos textos que estabelecem o percurso expositivo. Haveria quem preferisse falar em edição alternativa, banda desenhada independente ou outros termos que falham sempre na sua descrição dos objectos, mesmo que sejam amplamente reconhecidos pela comunidade de produtores e leitores destas publicações. E talvez comunidade seja um bom termo para enquadrar o que se passa num meio tão plural e visualmente variado como o que se mostra em Animal Collective. O trabalho dos eslovenos da Stripburger ou dos galegos do…

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Quinta do Chique Frique

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Quinta-Feira das Novidades da Bedeteca de Lisboa em que apareceram sei lá quantos álbuns de Jonathan, série de BD de Cosey – vencedor do Grande Prémio do Festival de BD de Angoulême, ao qual L.L.de Mars fez o melhor comentário no DU9 e que passamos a citar: Cosey, ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah !

Vindo de mais uma colecção de BD no jornal Público do ano passado, é pura e simplesmente Yoga boredom franco-belga cortesia da Asa/ Leya que vende a coisa desta forma: Cosey, argumentista, desenhador e colorista, tornou-se conhecido pelo estilo original das suas bandas desenhadas, que narram aventuras em torno de personagens sempre cativantes. Apaixonado pela Ásia, o autor percorreu exaustivamente as remotas regiões de Ladakh, Amdo e Kham, bem como o Nepal, o Tibete central e a China, em busca de inspiração para as suas personagens. Alter-ego do seu criador, Jonathan é um aventureiro insaciável que parte à descoberta de diferentes culturas, sempre voltado para o Outro para melhor se conhecer a si próprio. As suas viagens pelo coração dos Himalaias proporcionam-lhe descobertas múltiplas, que levam sempre ao aprofundamento da natureza humana dos vários intervenientes. Uma série que congrega o espírito aventureiro, a linha clara e as filosofias orientais.

Reprise: Cosey, ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah ! ah !

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& etc

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Inaugura HOJE, às 18h, na Biblioteca Nacional uma exposição dedicada ao periódico & etcquer na sua forma primitiva (1967-1971) como suplemento literário do Jornal do Fundão, quer já autónomo (1973-1974), como magazine cultural, marcou uma época histórica que acompanha a resistência ao salazarismo e, depois, o fim do marcelismo. As suas características contraculturais e libertárias ficaram a dever-se a um vasto conjunto de escritores e ilustradores, de que Vitor Silva Tavares sempre se fez rodear, numa deliberada proposta límpida e moderna, posteriormente enformadora do que veio a ser a editora de livros homónima. A Biblioteca Nacional de Portugal assinala com a presente exposição os 50 anos decorridos sobre a publicação do número 1 do periódico, mas também o inesperado falecimento do seu respectivo mentor. Patente até 31 de Maio, a entrada livre.

De salientar ainda que folheando os vários números da “fase autónoma”, para além de várias BDs e ilustrações que valem bem a pena rever, nas suas páginas havia também artigos sobre BD que apesar do teor da sua época e dos seus colaboradores (sobretudo o colectivo Aleph) metem ao chão qualquer artigo sobre BD nos dias de hoje que se fale de BD – só se fala dos desenhadores que estão na Marvel e quejandos, certo? O fanzine Aleph que durou três números era sobre BD – outra coisa maravilhosa, já não existem fanzines ou livros SOBRE BD em Portugal – que a partir do segundo número tomou um rumo pró-maoísta (como ficava bem a qualquer jovem revolucionário em 1974) com a entrada de Carlos Pessoa, segundo nos diz o Dédalo dos Fanzines.

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Inverno mórbido

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A editora Devir lançou no meio dos incêndios de Verão o 14º volume da série The Walking Dead (imagem), verdadeira telenovela cheia de Zombies betos e sucesso mediático. Na Bedeteca de Lisboa já chegou esse volume para se juntar aos outros nove que andam por lá para uma leitura de Inverno… mórbido!

Obra seleccionada para a Bedeteca Ideal.

Entretanto chegou para a rapaziada o mangá Tokyo Ghoul de Suicida, desculpem, cof cof, Sui Ishida, em que um moço é transformado num “ghoul” e agora vai ter de aprender a comer carne humana com ética – será uma metáfora para o Capitalismo Responsável?. Chegaram à Bedeteca os dois primeiros volumes – já saíram cinco – também pela Devir.

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