Category Archives: zines

Raia 3 ESTE fim-de-semana

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Escusado dizer que é o maior evento de edição independente. Haverão novidades editoriais entre elas destacamos Sírio (Chili Com Carne) de Martín López Lam (autor peruano residente em Espanha, vencedor do importante Prémio Salamandra deste ano, que já visitou Lisboa em várias ocasiões e estará cá para o lançamento), Mucomorphia #4 de Filipe FelizardoSTRATEGIES AGAINST DEMOCRATIC DESIGN do italiano Alessio Sabatini (também presente) e Reconstrução dos Despojos (Edições do Tédio) de Ruca Bourbon,… Be there or be square!

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Pedrado

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Acontece de tudo este fim-de-semana, tal como a apresentação do livro Stoned de Nuno Amorim na Passevite que ontem teve lá o Marcellus Hall e que inaugurou uma exposição de ilustração de João Fazenda este mês. C’est très vite…

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Marcellus Hall HOJE na Passevite

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Marcellus Hall voltou o fim-de-semana passado à Galeria da Mundo Fantasma, dez anos depois de a inaugurar! Números redondos assim valem bem a pena! Parabéns!

Nota de imprensa: De volta ao Porto (…) na Mundo Fantasma, inaugura a exposição Virtual Reality de Marcellus Hall, hoje um conhecido autor/ ilustrador Nova Iorquino que há 10 anos veio abrir pelo primeira vez o espaço galeria da livraria Mundo Fantasma. 
Com este regresso surge também o lançamento de Hitchhiker um zine impresso em risografia e Virtual Reality, o terceiro número da colecção Minimizine, editados pela Mundo Fantasma e atelier 3|3. Na exposição para além das publicações assinadas pelo autor estarão em destaque ilustrações originais das mesmas e de outros trabalhos seus, entre as quais de Kaleidoscope City (Bittersweet), dentro da banda desenhada, a sua primeira novela gráfica, desde logo muito bem recebida pela crítica, elogiada por autores icónicos, como Adrian Tomine e Peter Kuper, mas também por actores, como Bob Odenkirk (sim, o mesmo de Breaking Bad e Better Call Saul).

Marcellus Hall teve uma infância e adolescência, no mínimo, turbulentas. Nascido em Minneapolis, em data indeterminada, já que todos os registos de nascimento dele perderam-se numa inundação, fez de tudo um pouco para ganhar a vida: desde vender caricaturas na rua a limpar neve. 

Mais tarde mudou-se para Nova Iorque e recebeu uma bolsa para estudar na Escola de Design de Rhode Island, onde foi um dos melhores alunos. Foi por essa altura que aprendeu a tocar guitarra e harmónica, fundou os Railroad Jerk, banda a qual editou quatro álbuns pela Matador; depois os White Hassle, outros quatro álbuns pela mesma editora e o EP “you” (Isaac Brock, dos Modest Mouse gosta tanto desta música que tatuou o título no braço); desfeita a banda, seguiu uma carreira solo editando “The First Line”, 2011, pela Glacial Pace e “Afterglow”, auto-editado em 2013. 

Voltando à ilustração, decidido a seguir uma carreira nesta área, iniciou o seu percurso em pequenas revistas e rapidamente passou a colaborar com regularidade para publicações como The Wall Street Journal, Habitat, The Atlantic Monthly, Time e The New Yorker, para a qual assinou algumas capas, sendo a primeira, “Unaffordable Eden” de 2005, a mais polémica e comparada muitas vezes com “View of the World”, feita para a mesma revista em 1976 por Saul Steinberg. O que, para todos os efeitos, é um valente e enorme elogio. Entre ilustrações para revistas, livros infantis e capas de livros (para editoras que vão desde a Simon & Schuster até à Penguin), o trabalho dele é seleccionado com regularidade para os anuários American Illustration, Communication Arts e Society of Illustrators.

Com um traço esguio, solto e pouco detalhado, ilustra o quotidiano nova-iorquino como poucos, fazendo dos prédios e ruas tão carne e osso como quem neles vive ou por elas se passeia.

ATENÇÃO lisboetas! O autor esteve também (ontem) na BdMania e HOJE às 19h estará na Passevite para autógrafos e dois dedos de conversa…

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Fanzines frouxos

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A Bedeteca de Lisboa recebeu vários fanzines nestes últimos dias como Durty Kat de Ana Ribeiro, mais virado neste número 11 para o texto ilustrado. Deverá ser um dos fanzines mais antigos no activo, lembram-nos dele desde os finais do milénio passado, será possível? De gatos passamos a Kustom Rats, “label” de Mário André, que apresenta Agarra e Comics Panphlet, ambos com BD de denúncia social genérica. Do lote todo, o mais interessante é o monográfico A Carne (imagem) de Miguel Santos, autor da série em curso Ermal, que apesar de alguma frieza gráfica conta uma boa história de um “javali frouxo”!

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Komikaze na Bedeteca de Lisboa

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Já chegou o 17º volume da antologia croata Komikaze onde se publica dois autores portugueses nas suas páginas: Bruno Borges e Rui Moura. Isto não é nada de inédito uma vez que tem havido uma participação constante de autores nacionais por estas bandas.

Este colectivo dos Balcãs passou por Portugal há dois anos, nomeadamente pela Feira Morta (na ZDB) e na Oficina Arara (Porto) e deixou na Bedeteca de Lisboa uma colecção quase completa da sua publicação. A Komikaze merece estar ao lado de outras antologias importantes neste milénio no terreno europeu como a finlandesa Glömp e a italiana Canicola, foi-se mostrando timidamente longe do psicadelismo finlandês ou do abrasivo preto e branco italiano. Passado alguns volumes impôs um estilo próprio balcânico que une croatas e sérvios. Em que consiste esse estilo? Tematicamente consiste em ataques aos costumes sociais, misturados com algum surrealismo e um humor tão bruto como negro, sendo os desenhos e grafismos propostos também eles negros e brutos. Há sujidade, colagens, desenhos naifs e técnicas de pintura. Por alguma razão os franceses (irmãos Guedin ou Craoman) ou a sueca Anna Ehlemark já se tornaram em colaboradores regulares…

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Misery loves company

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Vai sair dia 30 de Novembro o novo número (#33) da š! que é dedicado ao tema da “Tristeza” (“Miséria”?) e onde participam a autora portuguesa Ema Gaspar e o norte-americano amiguito da Bedeteca de Lisboa Christopher Sperandio. Esperemos que chegue um exemplar à Bedeteca!!!

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Improvized Zine 1.5 (LOL)

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A Bedeteca de Lisboa já tem, à imenso tempo, um exemplar Lá com fora com os fofinhos de Mariana Pita, co-edição Chili Com Carne e O Panda Gordo. Trata-se de um luxuoso livro que compila de várias BDs produzidas por esta autora (que na música é conhecida por Moxila) entre 2013 e 2017, algumas publicadas em vários fanzines e na Internet, outras não… Há quem diga que o livro parece uma agenda “hipster” agrícola, o que também não é assim tão má comparação, melhor do que se refere a carta aberta da Chili Carne em relação à BD Amadora deste ano e os seus prémios eternamente “pacóvios”.

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